Arquivo da categoria: Ações Sociais

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Sustentarqui | Google mapeia o potencial de energia solar dos telhados de casas e prédios

logo_PAGAMA-social_Blog Texto do portal Sustentarqui.

Quer saber quanto você pode economizar usando painéis solares na sua casa? Pergunta para o Google. O novo projeto da empresa, chamado Project Sunroof, estreou hoje com a intenção de ajudar a diminuir o consumo de energia vinda de combustíveis fósseis, através do Google Maps, e mostrar as vantagens de instalar painéis solares nos telhados. 

Casas e prédios foram mapeados para estimar quanta luz solar recebem em suas coberturas, tendo em conta parâmetros como o angulo do telhado, a meteorologia e inclusive os obstáculos como chaminés e árvores, para calcular quantos painéis seriam necessários e o quanto se poderia economizar na sua conta de luz, com uma boa precisão.

O projeto por enquanto só está disponível em pequenas áreas urbanas, como em Boston, São Francisco, e Fresno mas a ideia é estender para outros locais do país em breve. Os outros países terão que esperar um pouco mais para desfrutar da ferramenta, pois ainda não há previsão para a implantação do Project Sunroof fora dos Estados Unidos. A ferramenta também bota os usuários em contato com os instaladores locais de sistemas fotovoltaicos, o que provavelmente será a maneira de viabilizar economicamente o projeto, pois estas empresas devem pagar ao Google para aparecerem na plataforma.

 Veja o vídeo do Project Sunroof: 

 

 

Hidroanel de São Paulo, um outro rumo para a cidade

Texto retirado do portal ‘Arquitetura e Urbanismo para todos’, criado pelo CAU/BR.

Hidroanel de São Paulo, um outro rumo para a cidade

Uma São Paulo com rios limpos e utilizados por barcaças, táxis e ônibus aquáticos? Parece ficção científica, mas será realidade, se e quando o projeto do Hidroanel Metropolitano de São Paulo for posto em prática. Trata-se de um dos mais ambiciosos projetos sob o ponto de vista arquitetônico, cultural, e sustentável, capaz de mudar radicalmente a lógica da cidade. Seu projeto o prevê os canais navegáveis urbanos como principal eixo de transporte de grandes cargas, tirando o protagonismo das rodovias intermunicipais e vias expressas.

Em termos de mobilidade urbana, os barcos também poderiam transportar passageiros e incentivar o turismo de esportes aquáticos nas represas. Além disso, a proposta prevê a transformação dos eixos em uma rede de vias que permitem à cidade melhor gestão de resíduos e eficiência na reciclagem. Um plano para 30 anos no futuro, num país em que estamos acostumados a não pensar nada para além de 4 anos eleitorais já é, em si, algo bastante raro. Mas há quem acredite que os rios de São Paulo, hoje um problema para a cidade, possam se tornar parte da solução, inclusive a curto prazo.

Uma dessas pessoas é Alexandre Delijaicov, coordenador do grupo Metrópole Fluvial, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e arquiteto da Prefeitura de São Paulo. Ele defende que se o hidroanel sair do papel, São Paulo pode se tornar de uma metrópole sobre rios, para uma metrópole para os rios. E nessa cidade fluvial há muitas oportunidades de negócios, inclusive para os trechos mais curtos de hidrovias. Ele afirma que canais navegáveis de pouca extensão podem ter um enorme potencial econômico. “Pra vocês terem uma ideia, o rio Sena, em Paris, e tudo que os turistas conhecem do rio Sena, da torre Eifeel até Notre Dame ou até o canal San Martin, tem em torno de 3 quilômetros.” Por isso, para ele, a hidrovia do canal inferior do rio Pinheiros, apesar de ser consideravelmente menor do que as outras previstas no projeto do Hidroanel, com 10 quilômetros, possui grande importância por estar localizada numa das áreas de maior concentração de renda e negócios do Brasil.

Para o coordenador do grupo Metrópole Fluvial, os rios de São Paulo não seriam poluídos se o Plano de Avenidas, de 1930, não interrompesse a navegação que já acontecia na cidade. Na época, eram 2 mil embarcações credenciadas, que faziam transporte de carga, material de construção e hortifruti. “Com a população tendo sua vida voltada para o rio, dificilmente ele ficaria poluído. Com o fim da navegação, os rios se tornaram canais de esgoto a céu aberto, emparedados por rodovias.” Essa ocupação das várzeas que tornou crônico o problema das enchentes.

No dia 17 de setembro, a iniciativa Por uma Cidade Navegável realizou um teste de um ônibus aquático no rio Tietê. Alexandre era um dos passageiros. Ele acredita que poderíamos imediatamente pôr os barcos na água com 5 hidrovias urbanas latentes, totalizando 180 quilômetros de canais e lagos navegáveis. Entretanto, três desses trechos são em águas muito poluídas, do rio Pinheiros e Tietê.

Mais cauteloso, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, concorda em colocar barcos na água em breve quando se trata das represas “No ano que vem podemos testar, ainda não temos segurança de que é rentável, viável, sustentável, mas eu penso que alguns trechos ali das represas talvez seja possível ganhar tempo, cortar caminho pelo traçado da represa. Isso tem que ser testado, no mínimo nós temos que explorar a possibilidade.” afirmou ele no fórum Arq.Futuro, em debate sobre águas urbanas.

Com o término da eclusa da Penha, obra do governo estadual, o rio Tietê ganha mais 17 quilômetros navegáveis. Essa navegação diminuiria os custos de dragagem e despoluição, já que o transporte do lodo é feito por caminhões, atualmente. Além destas cargas públicas, a hidrovia pode diminuir os custos de transporte de lodo das estações de tratamento de água e esgoto, lixo urbano, entulho e terra de escavações. Com o hidroanel completo, os benefícios podem ser estendidos às cidades da região metropolitana.

Já o transportes de carga comercial pode incluir materiais de construção, material reciclável e hortifruti. Nessa perspectiva, os armazéns do CEAGESP seriam muito beneficiados pela diminuição de custos de logística. A ideia é que isso se reflita nos preços dos alimentos e na eficiência do comércio.

Conheça o mapa dos trechos do Hidronel e seu cronograma de implantação.

Infraestrutura: o mais estreito gargalo econômico brasileiro

A principal vantagem do transporte hidroviário para cargas é o seu custo, que é mitigado pela grande capacidade. Segundo a ANA (Agência Nacional de Águas), uma barcaça de carga transporta 1500 toneladas, frente às 26 toneladas de uma carreta, 58 vezes mais capacidade. A desvantagem do tempo e flexibilidade é colocada em segundo plano quando usado para cargas de baixo valor agregado e grandes distâncias. Nessa comparação, o modal aquático muitas vezes se sai melhor mesmo se comparado ao transporte sobre trilhos.

Sendo o Brasil um país continental, rico em rios de grande capacidade e grande extensão, os modais mais indicados são o aquático e ferroviário. Entretanto, atualmente 60% do transporte de carga no Brasil é sobre rodas. Os trens representam um quarto do total. Segundo a FIESP, no estado de São Paulo a disparidade é ainda maior, 93% da carga flui pelas estradas e apenas 5% sobre trilhos. Isso não é por acaso, historicamente, desde os anos 50 o Brasil privilegiou o modal rodoviário, com consequências à infraestrutura e à maneira como pensamos a cidade. E São Paulo virou as costas para os rios já na década de 30, quando muitas das grandes avenidas da cidade foram construídas nos leitos dos rios, onde o custo seria menor, devido às desapropriações. Isso causou o problema crônico das enchentes.

Confira o documentário Entre Rios, de Caio Ferraz, sobre a urbanização e os rios da capital paulista e que já publicamos aqui no blog.Vale a pena rever!

logo_PAGAMA-social_Blog Assunto que deveria ser pauta de discussão com mais constância e efetividade. O transporte e nossos recursos hídricos são problemas sérios no Brasil e que se agravam a cada dia com a ineficácia de ações do poder público, principalmente em São Paulo, que é a cidade mais pujante do país e, portanto, sofre mais também com estas questões. É preciso levar adiante planos como este, com a cautela de ser implantado após muito estudo e com o cuidado e planejamento necessário, coisa que normalmente falta nas ações públicas. É um processo mundial atualmente rediscutir o planejamento urbano e adequá-lo às necessidades e tecnologias do presente e visando um futuro que prima por melhor logística, inovação e uso mais sustentável dos recursos naturais. No nosso caso, estamos num processo de mudança dos paradigmas urbanos planejados e parcialmente implantados na década de 30, com o plano de avenidas do Francisco Prestes Maia e deveríamos partir para um plano mais humano e sanitarista do Francisco Saturnino de Britto, que competiu à época a este do Prestes Maia, que foi escolhido. Este movimento, que acontece só agora no Brasil, já completa décadas nas cidades mundiais, sejam elas inseridas em países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

PINIWeb | Aplicativo brasileiro que permite usuários interagir com questões urbanas é finalista em concurso da ONU

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Por Kelly Amorim, do Portal PINIweb

Colab.re concorre na categoria Governo e Participação do World Summit Award, que premiará os melhores conteúdos digitais ao redor do mundo.

Além da categoria em que o Colab.re está participando, chamada de Governo e Participação, a competição premiará as melhores ideias em Saúde e Meio Ambiente; Educação; Entretenimento e Estilo de Vida; Turismo e Cultura; Mídia e Notícias; Negócios e Comércio; e Inclusão e Empoderamento.O Colab.re, aplicativo brasileiro que promove a interação entre população e órgãos públicos municipais, estaduais e federais, é um dos finalistas do concurso World Summit Award (WSA), da Organização das Nações Unidas (ONU), que escolherá e os conteúdos digitais mais relevantes para a sociedade dentro do contexto no qual estão inseridos.

Criado em 2013 pelos sócios Gustavo Maia, Bruno Aracaty, Paulo Pandolfi e Josemando Sobral, o Colab.re é uma rede social que reúne ferramentas para que a população fiscalize os problemas das cidades, apontando problemas rotineiros; proponha ideias e coloque projetos em debate; e avalie os serviços, instituições, e entidades ligadas ao poder público.

O aplicativo está disponível em todos os estados brasileiros, oferecendo um painel de gestão e atendimento a 30 prefeituras brasileiras, como Curitiba, Cuiabá e Rondonópolis, que adotaram o Colab.re como canal de relacionamento oficial com o cidadão. A rede social está disponível nainternet e para os sistemas iOS e Android

O vencedor do concurso será divulgado entre os dias 1 e 3 de fevereiro em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.

15 DE DEZEMBRO – DIA NACIONAL DO ARQUITETO E URBANISTA

Desde 2011, no dia 15 de Dezembro, é comemorado o dia Nacional do Arquiteto e Urbanista. Essa data comemorativa foi instituída pelo CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo, para homenagear o mais renomado arquiteto brasileiro, Oscar Niemeyer, que nasceu nesta data.

Após algumas conquistas nos últimos anos, o próximo passo para a arquitetura nacional é efetivamente obter o reconhecimento da população quanto a necessidade e vantagens de contar com um profissional da área para construir, reformar, decorar e planejar uma obra. A desmistificação dos serviços e da figura do arquiteto, além da divulgação da profissão e conscientização do que se trata arquitetura são as chaves para este próximo passo.

Com este intuito, publicamos no decorrer das últimas semanas algumas frases/pensamentos de figuras da política, arte e arquitetura que fizeram uma descrição do que seria arquitetura  para cada um deles.

O curioso é que, mesmo sendo pessoas de épocas, áreas e pensamentos diferentes, as definições circundam entre si como sinônimos. Veja a seguir:

Cau/BR | SAERGS e FNA lançam cartilha “Contrate um Arquiteto e Urbanista”

Publicado no site do Cau/BR (Conselho de Arquitetura e Urbanismo)

A cartilha “Contrate um Arquiteto e Urbanista” está disponível para download! A ideia é conscientizar a sociedade sobre as atribuições e conhecimentos específicos do profissional de Arquitetura e Urbanismo, além de desvendar mitos que ainda dificultam a contratação. Veja o conteúdo clicando na imagem abaixo e Compartilhe!

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A iniciativa é do Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande do Sul (SAERGS) e da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas – FNA.

Vai viajar e quer conhecer o lugar de um jeito diferente? | Rent a Local Friend

logo_PAGAMA-social_BlogVai viajar, mas não quer pagar de “turistão”? Então vai uma dica que parece ser bem bacana.

Para quem tem interesse em conhecer lugares fora das rotas turísticas e viver a cultura local, o site Rent a Local Friend tem a proposta de “contratar” um morador do seu local de destino para guiá-lo por algumas horas ou dia.

Ainda não utilizamos, mas parece ser uma ótima opção para conhecer lugares inusitados, culturas e pessoas novas.

Hortas Urbanas Coletivas | PAGAMA Social

Que São Paulo têm muita coisa logo_PAGAMA-social_Blogbacana e inusitada para ver e conhecer, isso já sabemos. Mas você sabia que em plena Avenida Paulista existe uma horta? Pois é! no Centro Cultural de São Paulo, localizado na Avenida Vergueiro, juntinho da Paulista, existe um espaço na cobertura destinado ao cultivo de ervas, legumes, frutas, flores e verduras, tudo orgânico. Este espaço, denominado horta comunitária é mantido por apoiadores e voluntários em mutirões coletivos mensais em que qualquer pessoa interessada pode ajudar. Os mutirões acontecem no último domingo de cada mês, 9h com café da manhã comunitário. | Rua Vergueiro 1000 – Paraíso  (11) 3397-4002

Ficamos curiosos e descobrimos outros lugares na cidade que cultivam hortas comunitárias. Veja alguns:

  • Feira de Orgânicos do Parque da Água Branca _ Todas às terças, sábados e domingos, das 7 às 12h. Tem bastante opção bacana e barata. Vale a pena conhecer. Ah! Em frente do local onde tem a feira, também tem café da manhã orgânico. | Av. Francisco Matarazzo, 455 – Perdizes  (11) 3875-2625
  • Horta do Ciclista _ Está localizada na Praça do Ciclista, próxima ao cruzamento de duas importantes vias de São Paulo, Av. Consolação e Av. Paulista, contrastando com o cenário de dinamismo econômico e individualista presente no entorno.
  • Horta Vegana _ A Horta Vegana fica a cerca de 200 m da Horta do Ciclista, na esquina da Av. Angélica com a Av. Paulista. Basta atravessar a Rua da Consolação para chegar lá. Nos mutirões os voluntários cuidam das duas hortas simultaneamente.
  • Horta da Vila Anglo _ A Horta da Vila Anglo é uma terra comunitária como a própria Terra! Sinta-se a vontade para nos visitar, participar e se inspirar! | Rua Rifaina, 274 – Vila Anglo – esquina com a Rua Pedro Soares de Almeida e travessa da Heitor penteado a 4 quadras do metro Vl. Madalena. Aos sábados a partir das 10h. Às terças-feiras a partir das 9h: atividades com mais de 50 crianças da associação do bairro.
  • Horta do BNH _ Localizado na Praça Maria Noeli Lacerda – Alto de Pinheiros, também conhecida como Praça do BNH. Os mutirões costumam acontecer aos Domingos, e são organizados através do Facebook _ Horta do Bê Ene Aga da Vila 

Achamos a iniciativa muito bacana, já que é uma forma de dar uso a espaços urbanos ou em edifícios subutilizados, incentivando a vizinhança local ao convívio social, educação ambiental e contemplação e responsabilidade que temos perante a cidade.  Tomara que a ideia se difunda e se espraie para todos os bairros da cidade.

Fontes: Sites das comunidades organizadoras.