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Arcoweb | Veja plantas baixas dos cenários mais famosos do cinema e TV

publicado pelo portal Arcoweb em 23 de Julho de 2014.
SÉRIE BATIZADA DE ‘INTERIORS’ RECRIA DESDE O HOTEL DE ‘O ILUMINADO’ ATÉ O LABORARÓRIO DE WALTER WHITE E JESSIE PINKMAN EM ‘BREAKING BAD’
Planta da série 'Breaking Bad'
Planta da série ‘Breaking Bad’

A fim de explorar a relação entre arquitetura e cinema, o arquiteto Mehruss Jon Ahi e o cineasta Armen Karaoghlanian criaram o projeto digital “Interiors”, que reúne análises e plantas de diversos cenários de séries e filmes.

Na publicação, os profissionais recriam os diagramas de ambientes internos, como o hotel de “O Iluminado” ou o apartamento de Theodore em “Her”, investigando a importância da arquitetura em produções cinematográficas bem como a influência da disposição espacial sobre o caráter e atitudes das personagens.

As mais de 30 edições reúnem trabalhos que vão desde o laborarório de Walter White e Jessie Pinkman em “Breaking Bad” até a mansão oval de “A Bela e a Fera”, passando pelo famoso quarto de “Psicose” e um possível design da misteriosa residência de “Quarto do Pânico”.

 

As plantas e um detalhado ensaio complementar estão à venda em formatos e tamanhos diferentes na loja oficial do “Interiors”. Os preços variam de 15 a 50 dólares.

Para mais informações, acesse: www.interiors.com

 

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Aniversário de 5 anos do escritório

Um pouco atrasado, mas nunca é tarde para comemorarmos, certo? Em Julho o escritório completou 5 anos de atuação! Estamos muito contentes com nossa trajetória até aqui de bons trabalhos, novas amizades e muitos sorrisos satisfeitos. Isto se deve graças a nossos clientes, colaboradores, parceiros, fornecedores e amigos pela confiança em nossos serviços. Obrigado e continuem contando conosco!

5anos-PAGAMA

arcoweb | Animação compila as obras-primas da arquitetura moderna; assista!

Publicado por Arcoweb em 06 de Agosto de 2014.

TRIBUTO INCLUI RESIDÊNCIAS COMO A FALLINGWATER HOUSE, DE FRANK LLOYD WRIGHT, E A FARNSWORTH HOUSE, DE MIES VAN DER ROHE

O designer gráfico Matteo Muci encontrou uma forma inusitada de prestar um tributo à arquitetura moderna e seus mestres. Ele compilou algumas das mais famosas residências modernistas em um vídeo que instiga os espectadores a adivinhar qual é o projeto que aparece “em construção”, durante a animação. A lista vai de Le Corbusier a Frank Lloyd Wright. Confira:

PEGN | Impressora 3D constrói casa em menos de 24h

Em 17/01/2014 por Redação Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Uma versão gigante da ferramenta está sendo testada e pode beneficiar milhões de pessoas
A impressora poderia ser usada para reconstruir áreas devastadas por desastres naturais (Foto: Divulgação)
A impressora poderia ser usada para reconstruir áreas devastadas por desastres naturais (Foto: Divulgação)
Hoje, muitos objetos já podem ser fabricados por impressoras 3D. De chaves a sapatos, de comidas a móveis, as possibilidades parecem infinitas para esse novo aparelho.

Tanto que uma versão que está sendo testadas na Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, será capaz de construir uma casa inteira em menos de 24 horas.

Essa versão gigantesca da impressora foi projetada pelo professor Behrokh Khoshnevis e irá substituir operários e guindastes da construção civil. Mas os trabalhadores não são totalmente dispensáveis. O sistema ergue as paredes com concreto, enquanto que os operários ficam responsáveis pelo acabamento, o que torna o processo muito mais rápido.

A ideia é reduzir drasticamente os custos da construção e acabar com déficit de moradia do mundo. Ela também poderia ser usada para reconstruir áreas devastadas por desastres naturais, como foi o caso das Filipinas recentemente ou as cidades brasileiras que sofrem com deslizamentos na época de chuvas.

A tecnologia, chamada de Contour Crafting, pode rapidamente construir uma estrutura completa a partir de um projeto de computador. Segundo seus idealizadores, o método produz estruturas muito mais fortes do que os métodos de construção usados hoje.

Veja como funciona:

Marketing PAGAMA | Novos materiais de divulgação

Cartões de visita

Como toda empresa, seja ela de venda de produtos ou serviços, depende de alguns mecanismos de marketing para divulgação de seus trabalhos. Este ano a PAGAMA desenvolveu novos materiais, como cartão de visitas, portifólio, currículo resumo, peças publicitárias de distribuição, além de um maior enfoque no marketing digital em suas mídias sociais para uma maior exposição da marca e apresentação de seus serviços e diferenciais de mercado. 

A proposta destes novos materiais, além de dar nova paginação e padrão à marca, também propõe o uso das peças para outros usos, propagando o conceito de sustentabilidade como a redução, reutilização e a reciclagem.

A seguir, algumas peças desenvolvidas para divulgação através de clientes, fornecedores e parceiros para indicação, ampliação do Networking e prospecção de novos serviços e parcerias.

Clique nas imagens para conhecer o conteúdo.

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ESTADÃO: Restauro revela obra inédita de Portinari em São Paulo.

Texto tirado do site – http://www.estadao.com.br

A maquete executiva do painel na Galeria Califórnia estava com o arquiteto Carlos Lemos; obra contratada previa tributo bandeirante.

Nas pesquisas para finalmente recuperar o painel Abstrato de Candido Portinari na Galeria Califórnia, na Rua Barão de Itapetininga, centro de São Paulo, foi encontrado um desenho inédito do renomado pintor – a maquete executiva do painel, que mostra exatamente o que Portinari previa para o local. O desenho é tornado público pelo Estado, nesta página, pela primeira vez.

Veja também:
link Público poderá ver trabalho de recuperação 

Obra revelada ainda não estava catalogada no Projeto Portinari - onde já existem 6,3 mil trabalhos | Tiago Queiroz/AE

A obra agora revelada – adaptada para a estrutura da galeria, com áreas em cinza nas bordas e a rampa que levaria ao antigo Cine Barão, no subsolo – não está catalogada pelo Projeto Portinari, que identificou 6,3 mil trabalhos do artista desde 1979. O desenho faz parte da coleção do arquiteto Carlos Lemos, chefe do escritório de Oscar Niemeyer na década de 1950 – foi Niemeyer quem projetou a Galeria, em 1951. “Ao que parece, a novidade é que Portinari demonstra com esse desenho sua intenção em adaptá-lo ao painel da parede. Como, para nós, entender os motivos do artista é sempre relevante, vamos voltar a São Paulo para colher novas informações”, disse a pesquisadora- chefe do Projeto Portinari, Noélia Coutinho.

Mais do que nova obra no catálogo do artista, o trabalho revela uma história desconhecida. A primeira descoberta é que o projeto contratado nunca foi executado: o painel deveria ser figurativo, representando bandeirantes paulistas. Seria inspirado no Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, na frente do Parque do Ibirapuera, zona sul da capital. Mas o artista nunca chegou a produzir o trabalho. Em outubro de 1953, entregou um desenho abstrato – com base em estudos produzidos dois anos antes, segundo consta dos arquivos do Projeto Portinari.

“Um dia, a construtora do prédio (Companhia Nacional de Investimentos, CNI) começou a cobrar e liguei para o Portinari. Ele disse que, por falta de tempo, não faria mais o painel da forma combinada”, conta Lemos, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) e então responsável pela obra. “Fui de trem até o Rio buscar o desenho. O que o Portinari fez foi simplificar o trabalho. E entregou o desenho que está lá até hoje.”

O que impediu o artista de realizar o combinado provavelmente foi excesso de serviço: entre 1951 (projeto da galeria) e 1955 (sua inauguração), ele produziu 815 obras. Foram 120 somente em 1951. “Essa é uma hipótese, mas temos de pensar que havia algo que o constrangia. Ele poderia achar que as empresas produtoras das pastilhas simplificavam o trabalho, por exemplo”, diz Isabel Ruas, responsável pelo restauro, que descobriu o desenho inédito. “Mas não há erros na execução: a empresa executora, a Vidrotil, trabalhou com o que existia na época e suas opções serão respeitadas no processo de restauro.”

Pela metade. As mudanças no projeto encomendado trouxeram a Portinari uma outra consequência: o artista recebeu apenas metade do valor combinado. “Tendo modificação das combinações iniciais, pela impossibilidade da execução direta dos trabalhos por parte de V. S., consideramos justo e estamos de acordo com a redução dos honorários estabelecidos, anteriormente, para CR$ 190 mil”, aponta carta da CNI, de 13 de outubro de 1953. Portinari não se opôs – e respondeu, dez dias depois, em carta endereçada a Lemos, na qual afirma esperar que o painel “não sofra nenhuma modificação”.

Outra descoberta é que Portinari previu o painel – de 6 metros de altura e 20 de largura – com fundo branco e número maior de pastilhas vermelhas no canto superior esquerdo. O cinza-claro no qual hoje o desenho está “mergulhado” foi opção de Lemos. “Não havia pastilhas brancas suficientes. Também não havia vermelho e a opção foi por essa espécie de cor de vinho”, disse Lemos, que afirma nunca ter revelado as tratativas para a criação. “Como estavam pesquisando, resolvi contar o que aconteceu. Foi simplesmente porque pesquisadores me procuraram.”

Placa. A história da construção do painel constará do memorial descritivo da obra. As informações serão exibidas em placas, instaladas perto do painel.

FOLHA: Sancionada lei que libera grafite e proíbe spray para menor de 18.

Texto tirado do site – http://www.folha.uol.com.br

A lei que proíbe a venda de tinta em spray para menores de 18 anos e estabelece que grafite não é crime foi publicada na edição de quinta-feira, 26/05, do “Diário Oficial da União”.

De acordo com o texto sancionado pela presidente Dilma Rousseff, fica definido também que os maiores de 18 anos devem apresentar documento de identidade para comprar a tinta em spray e que toda nota fiscal relativa a esse tipo de venda deve conter a identificação do comprador.

As embalagens das tintas ainda deverão destacar a expressão “Pichação é crime” e “Proibida a venda a menores de 18 anos”. Os fabricantes têm 180 dias para se adaptar.

A lei não altera a punição que já era prevista aos pichadores – multa e detenção de três meses a um ano, ou multa e detenção de seis meses a um ano quando a pichação for em monumento tombado. No entanto, o novo texto deixa claro que o grafite, quando autorizado pelo proprietário, não constitui crime.

De acordo com a lei, nesse caso se enquadra “prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística”.

Grafiteiros ouvidos pela Folha afirmam que a nova lei não vai mudar muita coisa na prática. Curador da Bienal Internacional de Grafite, Binho Ribeiro, 39, diz que, pela atual legislação, já é permitido pintar muros com autorização do dono. Para ele, o grafiteiro pego pintando em local sem autorização deveria responder por uma contravenção – como estacionar em local proibido.

RESENHA PAGAMA

O grafite é uma expressão artística que usa o meio urbano como objeto físico para expressar sua arte, assim como o pintor utiliza a tela, o escultor o barro e o arquiteto as edificações e cidades.

Em meio ao cinza dos prédios, do asfalto e ofuscados pelos reflexos das fachadas envidraçadas, é sempre agradável ver formas inusitadas e cores que avivam nossa visão e curiosidade. A arquitetura deveria fazer mais uso de intervenções como essas em substituição a materiais de acabamento, como ornamento ou intrínseco à forma e diretriz de projeto do edifício.

O meio urbano precisa de vivacidade, quebra de rotinas e paradigmas, precisa despertar curiosidade. E é através da arte que isso pode  acontecer. Além do grafite, existem outras manifestações artísticas que poderiam ser melhor exploradas e agregadas a nossas cidades. Veja alguns exemplos que destacamos.

Confira outras intervenções como estas em http://www.urbanscreen.com