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archdaily | São Paulo é escolhida para sediar a Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo de 2016

Por  do Archdaily Brasil.

A cidade de São Paulo acaba de ser eleita a sede da Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU) de 2016, evento promovido pelo Ministério de Fomento do Governo da Espanha, juntamente com o Conselho Superior de Arquitetos da Espanha.

Superando a candidatura do Porto, São Paulo será a primeira cidade brasileira a receber o evento, que terá uma programação repleta de atividades acadêmicas, exposições e apresentações de projetos.

Esta é a segunda vez que a BIAU é realizada em território lusófono – a primeira vez foi em 2008, quando Lisboa recebeu o evento – e contará com o apoio do Governo Federal Brasileiro e da Prefeitura de São Paulo. A coordenação do evento ficará a cargo do Departamento de São Paulo do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB-SP.

O Conselho Reitor da Bienal também convidou os arquitetos Ángela García de Paredes e Ignacio García Pedrosa a assumirem como comissários da edição de 2016 – a dupla lidera desde os 1990 o escritório Paredes Pedrosa Arquitectos, tendo já uma carreira reconhecida e muita experiência na área curatorial.

Cau/BR | SAERGS e FNA lançam cartilha “Contrate um Arquiteto e Urbanista”

Publicado no site do Cau/BR (Conselho de Arquitetura e Urbanismo)

A cartilha “Contrate um Arquiteto e Urbanista” está disponível para download! A ideia é conscientizar a sociedade sobre as atribuições e conhecimentos específicos do profissional de Arquitetura e Urbanismo, além de desvendar mitos que ainda dificultam a contratação. Veja o conteúdo clicando na imagem abaixo e Compartilhe!

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A iniciativa é do Sindicato dos Arquitetos no Estado do Rio Grande do Sul (SAERGS) e da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas – FNA.

Veja | Cinco problemas do modo de produzir imóveis no Brasil que alavancam o custo para o consumidor final

Texto publicado na coluna ‘Cidades sem fronteiras’, por Mariana Barros.

Custos dos empreendimentos são repassados ao consumidor final, aumentando o preço dos imóveis (foto Gilson Abreu)

O alto preço praticado pelo mercado imobiliário nas metrópoles brasileiras, onde cobra-se assombrosos 45 000 reais por um único metro quadrado nos endereços mais prestigiados do país, envolve fatores que vão além da simples especulação. O boom vivido no final da década passada foi, de modo geral, fruto da combinação de uma demanda que passara muitos anos sendo reprimida, da oferta de financiamento e dos preços relativamente acessíveis dos imóveis. De lá para cá, porém, assistimos a uma alta sem precedentes, e o lar dos sonhos foi jogado lá nas alturas. A inflação acumulada e a queda de poder de compra dos brasileiros contribuíram para tornar o cenário ainda mais difícil. Mas não foi só isso. Uma análise mais detalhada permite ver que o próprio processo de produção imobiliária ajudou a alavancar os preços, como aponta o professor João da Rocha Lima, do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP. Abaixo, os principais deles e alguns dos impactos que podem ser sentidos na ponta do lápis. 

1) Terrenos
Antes dominadas por casas, a cidades passaram ser cravejadas de edifícios, num processo de verticalização cada vez mais intenso. Isso levou a uma corrida frenética por terrenos disponíveis, adquiridos pelas incorporadoras por montantes proporcionais ao acirramento da disputa por eles. Fortunas foram pagas por espaços que jamais valeram aquele tanto, às vezes em patamares superiores ao que as próprias empresas poderiam ter pago, tudo pra tentar garantir um lugar ao sol. Em 2005, a aquisição do terreno representava para as incorporadoras cerca de 13% do custo do empreendimento. Neste ano, a fatia já saltou para o equivalente a 35% das despesas, ou seja, mais do que dobrou em menos de dez anos. Resultado: esse custo adicional é repassado no preço final. Como essas áreas seguem tornando-se mais e mais escassas, a escalada tem tudo para prosseguir.

2) Falta de mão de obra
A ausência de pessoal capacitado atinge todos os níveis profissionais presentes numa obra, do engenheiro ao pedreiro. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 61% dos estudantes de engenharia desistem do curso antes de se formar. A causa mais comum é a má formação em matemática e ciências durante o período escolar, o que os impede de acompanhar o curso universitário. O alto custo das mensalidades e a falta de aulas práticas, já que a maior parte da grade é teórica, são outros dos motivos apontados. Aliás, essa falta de prática tem outro efeito colateral grave, o de entregar ao mercado de trabalho profissionais sem experiência prévia. Isso ajuda a explicar por que apenas 42% dos engenheiros formados atuam na própria área, como aponta outro levantamento da CNI. “Como esses profissionais não estão prontos para a indústria, buscam outros setores”, diz Rafael Lucchesi, diretor de Educação e Tecnologia da entidade. Sobra para as empresas a tarefa de tentar preencher a lacuna universitária e oferecer treinamento prático. Mas isso demanda tempo e investimento nem sempre estão disponíveis ou que, quando disponíveis, geram um custo adicional. Essa mesma lógica ser aplicada às demais atividades da construção. No final das contas, esse custo também é incorporado ao preço final dos imóveis, encarecendo-os ainda mais.

3) Burocracia e corrupção
A simples aprovação de um projeto junto à prefeitura, com todas as licenças exigidas por lei, pode levar mais de ano. Em setembro passado, o prefeito paulistano Fernando Haddad (PT) prometeu que a demora cairia de 450 dias (!) para a metade disso até o final deste ano, e que em 2016 seria preciso esperar apenas 90 dias para estar com toda a documentação em mãos. Quanto mais tempo é preciso esperar pelo retorno do investimento, mais caro fica o empreendimento — imagine o custo de deixar o capital parado durante um ano e meio, por exemplo. Sem motivos que justifiquem uma espera tão longa, recaem sobre a prefeitura suspeitas de corrupção. Por exemplo: o ex-diretor de aprovação de projetos da prefeitura de São Paulo Hussain Aref Saab acumulou pelo menos 106 imóveis de 2005 a 2012 e um patrimônio estimado 50 milhões de reais, conforme noticiou o jornal Folha de S. Paulo. Uma das supostas irregularidades cometidas durante a sua gestão foi a construção ilegal do gigantesco Templo de Salomão, que a Igreja Universal inaugura amanhã no Brás, no centro da capital paulista. Documentos oficiais apontam que a Universal entrou com um pedido de reforma de um prédio que estava demolido há anos (leia aqui). Histórias como essa ocorrem com frequência. Reduzir a burocracia e aumentar a transparência desses processos são medidas importantes para reduzir o custo da ineficiência e da corrupção, hoje infelizmente pagos em grande parte pelos consumidores.

Templo da Igreja Universal, no Brás: suspeitas de corrupção  na aprovação do projeto, um dos fatores que aumenta o custo dos empreendimentos (Paulo Lopes/Estadão Conteúdo)

4) Marketing
Quando o mercado está aquecido, os esforços de publicidade não precisam ser tão vigorosos, afinal o produto se vende praticamente sozinho. Mas quando o ritmo arrefece, uma das primeiras providências é investir na divulgação. Em 2005, a verba publicitária das incorporadoras era de 3% do total previsto para o empreendimento. Neste ano, já está batendo 8%. Entre as estratégias, está a criação de apartamentos decorados que reproduzem aquele que está sendo vendido na planta. São equipados com itens caros como espelhos e eletrodomésticos de última geração e assinados por estrelas do design (espertamente, esses projetos nunca têm portas, o que aumenta a sensação espacial do visitante). Depois de alguns meses em exposição, o local é desmontado e os objetos, jogados fora ou repassados a leilões virtuais que se encarregam de revendê-los. Estandes de vendas luxuosos também entram na conta, caso do que foi criado para o Jardim das Perdizes, da Tecnisa, na Zona Oeste da capital paulista e que consumiu mais de um milhão de reais. Uma sala de cinema exibia o vídeo do empreendimento e carrinhos de golfe transportavam potenciais compradores pelo terreno que abrigará 32 torres. Certamente não saiu de graça.

5) Processos artesanais
Quem já acompanhou de perto uma obra sabe o quanto de trabalho precisa ser refeito por causa de erros que poderiam ter sido evitados. Sem um ritmo industrial, a construção de empreendimentos fica a reboque de hábitos pouco produtivos, como o de primeiro erguer uma parede para então quebrá-la e instalar a parte elétrica. Claro que essas dificuldades também têm a ver com a falta de mão de obra qualificada, mencionada acima, mas sem investimentos em inovação não dá para esperar que os métodos construtivos se tornem mais eficientes da noite para o dia.
No cômputo geral, o que se nota é que seria possível erguer empreendimentos a um custo menor. E fazer mais barato significa vender mais barato. Mais precisamente, se fossem reduzidos 8% do custo da obra, seria possível vendê-la 4% mais barata. Nada mal para um momento em que cada real dos consumidores tem sido disputado a tapa pelo mercado.

Quatro coisas sobre a Copa do Mundo no Brasil que poucos sabem, todos deveriam saber, e têm pouco a ver com futebol | ARCHDAILY

Por Romullo Baratto publicado em 24 de Junho de 2014

Apesar das controvérsias sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil, um fato que é certamente positivo – e pouquíssimo divulgado – é que quatro dos estádios construídos para o evento esportivo somam 5,4 MW de produção de energia elétrica proveniente de células fotovoltaicas.

Estádio Mineirão – Belo Horizonte (1,4 MW)

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Mineirão. Imagem © Leonardo Finotti

O Estádio Mineirão, localizado na cidade de Belo Horizonte, é o primeiro estádio de futebol do Brasil equipado com painéis fotovoltaicos em sua cobertura, com capacidade de 1,4 MW, operando desde maio de 2013. O Mineirão foi inaugurado em 1965 e submetido a enormes modificações para se adequar às normas da FIFA, tendo atualmente capacidade para 62. 170 torcedores.

O novo sistema solar, que custou de 12,5 milhões de euros, direciona a energia produzida para a rede elétrica local, ao invés de abastecer diretamente o estádio, gerando o suficiente para suprir a necessidade de aproximadamente 900 residências por ano.

 Estádio Nacional Mané Garrincha – Brasília (2,5 MW)

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Estadio Nacional Mané Garrincha. Cortesia de upsocl.com

 O novo estádio Mané Garrincha, com capacidade para 70.000 torcedores, conta com um sistema de captação de energia solar de 2,5 MW instalado no perímetro de sua cobertura. Outros aspectos importantes quanto à eficiência das instalações desportivas incluem um sistema de captação de água pluvial para sua reutilização e um sistema de iluminação com LEDs.

O estádio, que substituiu o antigo Estádio Mané Garrincha de Brasília, foi inaugurado em maio de 2013 e receberá uma série de jogos da Copa deste ano e diversos eventos das Olimpíadas do Rio em 2016.

 Arena Pernambuco – Recife (1,4 MW)

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Arena Pernambuco. Imagem © Lanik do Brasil

Como todos os estádios construídos para o mundial, a Arena Pernambuco atende algumas normas de sustentabilidade ambiental como a captação de energia solar e água da chuva, ventilação natural e gestão de resíduos sólidos. Após servir aos jogos da Copa, será um equipamento multiuso destinado também a outros esportes, shows, feiras e convenções.

 Maracanã – Rio de Janeiro (500 kW)

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Maracanã. Imagem © Erica Ramalho

O projeto de remodelação, que respeita sua concepção original, incluiu a demolição completa do anel inferior para a construção de uma nova arquibancada com melhor visibilidade, a melhoria das monumentais rampas e a substituição de todos os assentos, além da instalação de uma nova cobertura que captará a água da chuva para reutilização. A fachada tombada pelo IPHAN permaneceu intacta.

Apesar dos avanços do Brasil em energia solar, há competidores da Copa do Mundo que não têm tanta sorte nesse aspecto. Uma ONG britânica informou que 11 dos países competidores produzem apenas o equivalente ou menos que o estádio de Brasília, destacando os desafios da pobreza energética.

Esse texto foi originalmente publicado no site upsocl.com com o título “Aqui hay 4 cosas del Mundial de Brasil que pocos saben y que todo el mundo deberias saber y tiene poco que ver com futebol”.

O que é uma cidade compartilhada? | Archdaily

Por Constanza Martínez Gaete publicado em 29 de Junho de 2014

logo_PAGAMA-social_BlogAções que podem transformar a vivência na sociedade, tornando-a menos individualista e mais humana, além de conscientizar a todos que os espaços públicos e a cidade como um todo são de responsabilidade de cada um de nós e, portanto, deve ser utilizada e conservada.

 Cidades compartilhadas são aquelas onde os habitantes contam com plataformas – digitais ou presenciais – para se organizarem e compartilharem  espaços, serviços ou bens. Dessa forma, as cidades procuram se converter em lugares mais animados e sustentáveis.

 Embora como conceito não as temos tão presentes, os meios para fazer das cidades lugares compartilhados estão mais próximos do que imaginamos. Por exemplo, quando uma organização comunitária lança uma campanha para arrecadar fundos e financiar um projeto como uma intervenção urbana – falamos de financiamento coletivo ou crowdfunding, uma das práticas que torna possível as cidades compartilhadas.

 Para que mais pessoas conheçam esse conceito e suas potencialidades, o think tankLaboratorio para la Ciudad listou quatro categorias do que é possível compartilhar nas cidades. Enquanto isso, as organizações canadenses Cities for People e Social Innovation Gereration (SIG) propuseram cinco ideias para implementar essas práticas. Confira as definições a seguir.

 De acordo coma definição do Laboratório para a Cidade, os produtos e serviços que podem ser divididos em uma cidade são classificados em:

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© bilobicles bag, via Flickr

1. Conhecimento compartilhado

Como as cidades compartilhadas podem ser construídas a partir de experiências físicas e digitais, o think tank mexicano aponta o Moodle e a Wikipedia como exemplos de ferramentas de aprendizagem, já que através delas a informação é reunida e compartilhada.

2. Consumo de bens e serviços 

Os sistemas de empréstimo de bicicletas que existem em diversas cidades do mundo são uma prática de cidades compartilhadas, pois são bens usados por períodos de tempo determinados e em espaços públicos.

 3. Financiamento coletivo

 Nessa categoria entram as doações que as pessoas fazem a certos projetos culturais, sociais e tecnológicos através de plataformas coletivas como Kickstarter e Catarse.

 4. Produção

 “Faça você mesmo” (ou DIY – Do It Yourself) é como trabalham certos grupos que procuram fabricar seus próprios produtos; algo semelhante ao que ocorre na agricultura urbana.

 Por sua vez, as organizações Cities for People e Social Innovation Gereration (SIG), propõem o seguinte:

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Oficina de horta comunitária, via Facebook.

 1. Práticas de economia colaborativa 

Provavelmente o crowdfunding é uma das práticas mais conhecidas nessa categoria. Entretanto, existem outras que já podem ser vistas em diversas cidades, com a aprendizagem, consumo e produção colaborativa.

 Nesse sentido, um exemplo de aprendizagem coletiva são as oficinas de agricultura urbana organizadas pela ONG Plantabanda juntamente com os moradores de alguns bairros de Santiago, Chile, que ensinam a construir hortas que produzirão, num futuro próximo, parte de seus alimentos.

 Quanto ao consumo colaborativo, um bom exemplo são as feiras de bicicletas e de reciclagem; estas oferecem uma alternativa aos cidadãos, que podem escolher comprar produtos usados aos novos.

 2. Receber a mudança

 Adotar estas práticas faz com que os cidadãos possam ser parte desse tipo de atividade de um modo muito mais próximo, já que em certos casos são elas acontecem em lugares frequentados cotidianamente por eles.

 3. Tudo é questão de compartilhar

 É comum guardarmos em casa objetos sem utilidade; no entanto, se estes fossem compartilhados, não beneficiariam apenas quem os recebe, mas também entrariam num ciclo mais amplo de reciclagem de recursos preexistentes.

 4. Conectar as necessidades

 As redes de contato entre vizinhos e pessoas de outros bairros surgem por necessidades comuns. Nesse sentido, encontrar alguém para dividir o carro ou praticar algum exercício pode acontecer através de conexões comunitárias que permitam desenvolver novos mercados. Em Londres, um programa que já está funcionando é o GoodGym, que põe em contato vizinhos que estão interessados em se exercitar na companhia de outras pessoas.

 5. Tendência transformadora

 Um ponto em comum das práticas de economia colaborativa é a tecnologia; esta possibilita a conexão entre os organizadores e os demais cidadãos. Também nestas práticas são comuns três fatores: a confiança é centralizada em redes comunitárias; elas permitem ver diferentes realidades econômicas presentes numa cidade; e proporcionam transformações nas comunidades (e, em menor medida, em suas economias). 

 Via Plataforma Urbana. Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.
Cita:Constanza Martínez Gaete. “O que é uma cidade compartilhada?” 29 Jun 2014. ArchDaily. Accessed 2 Jul 2014. <http://www.archdaily.com.br/br/623208/o-que-e-uma-cidade-compartilhada&gt;

Hypeness – LEGO lança kit para jovens e adultos brincarem de arquitetos

Por Jaque Barbosa no portal hypeness.com.br.

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Nunca é tarde pra brincar e muito menos com LEGO, um jogo capaz de te obrigar a pensar e a usar a criatividade. Mas agora a experiência tem tudo pra se tornar melhor: o LEGO Architecture Studio Kit é um produto para maiores de 16 anos pensarem realmente como verdadeiros arquitetos.

Os fãs das grandes construções da arquitetura mundial têm aqui muito com que se entreter, uma vez que o kit inclui mais de 1200 peças brancas e transparentes, pra todo o tipo de criações. Ao contrário de outros produtos da linha de arquitetura da LEGO, este garante total liberdade ao usuário.

Mas o melhor ainda está pra vir: além das peças, ele vem com um guia, de 272 páginas, com dicas, técnicas e exercícios criados por alguns dos mais conceituados escritórios de arquitetura do mundo.

Se você  também quer soltar o arquiteto que mora aí dentro, só tem de desembolsar 150 dólares (cerca de 345 reais) aqui.

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‘Mais Você’ alerta para nova norma para reformas em apartamentos

Trecho do Programa ‘Mais Você’ apresentado pela Ana Maria Braga, exibido em 28.05.2014 pela rede Globo, fala um pouco sobre a nova norma da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que abrange diversos pontos que envolvem na hora de reformar seu apartamento. Confira!

Algumas ponderações:

Desde Dezembro de 2010 a classe de Arquitetos e Urbanistas se dissociaram do CREA e passaram a integrar seu próprio conselho de classe, o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo), que a partir da data citada é o órgão responsável por normatizar e fiscalizar a profissão de arquitetura.
Uma das mudanças de um conselho para o outro, foi a alteração da nomenclatura do documento que certifica responsabilidade técnica ao profissional que desenvolveu sua atividade, assim, na contratação de um arquiteto, deve-se exigir o RRT (Registro de Responsabilidade Técnica).

Isto posto, mesmo que não fosse exigido pela norma,  é de extrema importância que procure um profissional qualificado, seja engenheiro ou arquiteto, para que não só garanta segurança e qualidade técnica em sua obra, como também, no caso dos arquitetos, desenvolva o projeto junto a você do que será realizado, pois é através dele que é possível planejar todos os pontos importantes, tanto financeiros como logísticos e de funcionalidade, trazendo economia no custo final de sua obra e/ou reforma.