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CAU-BR | 15 de Dezembro – Dia do Arquiteto e Urbanista

Hoje, 15 de Dezembro, é o dia nacional do Arquiteto e Urbanista. 

O CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo, desenvolveu uma campanha para esta data com intuito não só de homenagear os profissionais, como também utiliza-lo como difusor a toda sociedade, desmistificando o profissional e demonstrando a importancia desta profissão para abrangencias de todas as escalas.

Veja o portal e o vídeo oficial da campanha. 

“A casa do tamanho do seu sonho, um projeto bem elaborado, uma obra realizada corretamente, com prazos cumpridos e sem desperdício de materiais. Esses são os desejos e as necessidades de quem quer construir ou reformar e que parecem impossíveis. Mas não são. Com a ajuda de um profissional especializado tudo isso é possível. O custo dos serviços de um arquiteto fica em torno de 10% dos gastos totais da obra, mas o conforto e a segurança não têm preço.

Com Dona Dalva foi assim. Uma importante mudança começou em sua vida quando ela viu sua casa, construída por leigos, na Zona Leste de São Paulo, quase ruir. Mesmo sem saber ao certo o que era um projeto arquitetônico, ela apostou todas as suas economias. Hoje ela vive feliz e sempre consulta os arquitetos que, com poucos recursos, construíram sua nova realidade: morar bem e com patrimônio valorizado.”

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Apartamento Itararé _ Bastidores da Reforma

Trabalhar com os sonhos e expectativas de outras pessoas é uma grande responsabilidade. Junte isso a prazos e metas a serem cumpridas e aumenta ainda mais a pressão. Obra para muitos significa transtorno e imprevistos, mas para nós é a oportunidade de ver a satisfação com o resultado final e de sonho realizado estampados nos rostos de todos. É puro amor!

Veja o vídeo dos bastidores da Reforma.

Trilha: ‘Queen – Under Pressure’

Uol Notícias | Soluções inovadoras reduzem poluição e aumentam eficiência de prédios

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Texto de Paula Moura do UOL, em São Paulo (SP).

A luta contra a poluição nas grandes cidades conta com a tecnologia em diversos aspectos, mas, recentemente, inovações na área de arquitetura vêm ampliando essa participação. Há alguns anos, quem imaginaria um prédio cuja fachada absorve a poluição? O projeto é do escritório de arquitetura Elegant Embelishments, que fica em Berlim, capital da Alemanha e já foi implantado em um hospital no México. O escritório agora estuda baratear a cobertura que absorve a poluição das fachadas, que ainda custa cerca de 330 euros por metro quadrado.

“A fachada funciona como proteção contra a luz do sol e como fotocatalisador”, explica Daniel Schwaag, um dos diretores do escritório. A forma foi inspirada em corais marinhos e é revestida com dióxido de titânio, um pigmento que age como catalisador de reações químicas quando ativado pela luz do sol. Quando os raios UV atingem o material, a reação converte monóxidos de nitrogênio, ou seja, um dos componentes da fumaça, em substâncias menos agressivas como o nitrato de cálcio e água e outras não tão desejáveis como o dióxido de carbono.

Segundo Schwaag, ainda não foi possível medir cientificamente o quanto o prédio consegue afetar o ambiente ao redor do prédio. “Os fatores que influenciam os resultados não são possíveis de serem controlados. Direção do vento, nível de poluição e de luz estão sempre mudando”, diz. “O que podemos fazer é provar a atividade da fachada, que testes de laboratório provaram uma redução de 70% das taxas (de dióxido de carbono) em condições favoráveis de vento”.

No Brasil

A variedade de materiais utilizados para evitar gastos energéticos e contra a poluição é bem grande. Para evitar o efeito ilha de calor nos prédios e a proliferação de fungos e bactérias, por exemplo, foram criadas tintas que refletem radiação e evitam o calor dentro dos prédios, além de serem autolimpantes e antifungo. “Tínhamos brancas, mas agora foram desenvolvidas pigmentações coloridas também”, conta Felipe Faria, diretor do Green Building Brasil.

A organização segue parâmetros internacionais de certificação levando em conta a sustentabilidade das edificações comerciais, residenciais e públicas, oferecendo diretrizes sobre o aumento da eficiência energética, racionalização do uso da água, produção de energia renovável e uso de material de baixo impacto não apenas ecológico, mas também social. São 252 prédios certificados e 997 registrados no país, que fica atrás apenas de Estados Unidos e China no ranking de 143 países.

Faria cita que as tecnologias vão desde aproveitar a ventilação natural de um prédio ao uso de vidros que filtram calor, sistema inteligente de gerenciamento de água, ares condicionados com qualidade controlada por computadores, irrigação por gotejamento diretamente na raiz das plantas para evitar evaporação, e, é claro, uso da fotocatálise de várias formas, inclusive para limpar o ar condicionado.”O estádio Mané Garrincha, por exemplo, tem uma cobertura autolimpante que sequestra CO2″, lembra.

O bom e velho verde

Essas tecnologias conversam também com a boa e velha alternativa: mais verde na cidade. Além de sequestrarem dióxido de carbono do ar, as árvores ajudam a absorver água das chuvas, ajudando a conter enchentes, e elevam a umidade do ar, ajudando contra a formação de ilhas de calor. O telhado verde, que já virou lei para edifícios em Recife neste ano, consegue melhorar a temperatura dentro e fora do prédio. Em nível nacional, ainda está para ser votada uma lei federal sobre o assunto.

Entre 2012 e 2013, o geógrafo Humberto Catuzzo mediu a temperatura em dois prédios no meio da ilha de calor de São Paulo por um ano e 11 dias a cada dez minutos. No Edifício Matarazzo, sede da prefeitura, onde há telhado verde, a temperatura chegou a ser cinco graus mais baixa do que no Edifício Mercantil/Finasa, sem cobertura verde. Além disso, a umidade no prédio da prefeitura foi 16% mais alta.

“Houve redução de gasto de energia internamente, pois, no verão, fica mais fresco, e, no inverno, mais quente dentro do prédio”, explica o professor. “A cidade de Chicago é um exemplo da aplicação dos telhados verdes e estudos mostram que há redução de gasto de energia com ar condicionado”.  Em março, a prefeitura de São Paulo incluiu fachadas e telhados verdes como possibilidade de compensação ambiental. 

Arcoweb | Mostra em SP reúne o melhor da arquitetura das casas brasileiras

A CAIXA CULTURAL SÃO PAULO RECEBE, DE 16 DE MAIO A 19 DE JULHO, A EXPOSIÇÃO “CASA BRASILEIRA”, QUE VAI APRESENTAR A TRAJETÓRIA E OS DESDOBRAMENTOS DA MORADIA NO PAÍS, POR MEIO DE PROJETOS DE RENOMADOS ARQUITETOS

O público terá acesso a mais de 60 obras, algumas inéditas, entre croquis, plantas, fotografias, projetos e ilustrações sobre o jeito brasileiro de morar – as moradias indígenas, os imensos casarões rurais, as casas térreas iluminadas, os sobrados urbanos e os edifícios de apartamentos.

A exposição traz nomes como Ramos de Azevedo, Vitor Dubugras, Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha, Oswaldo Bratke, Vilanova Artigas, Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake, Siegbert Zanetini, Marcos Acayaba e Hector Vigliecca, além de edificações rurais paulistas remanescentes do período colonial, como a Casa Bandeirista, construída com a técnica taipa de pilão.

Com curadoria de Carlos Eduardo França de Oliveira e Bruno Silveira Carvalho e fotografias de Renato Negrão, a iniciativa busca explorar as múltiplas experiências do morar e suas peculiaridades no que diz respeito ao uso dos materiais, referências estéticas e organização dos espaços, trazendo a percepção das renovações e das permanências que traduzem a evolução dos modos de vida e dos valores ao longo de séculos.

No dia 10 de junho, às 15h, os curadores ministram palestra sobre a história e evolução da casa brasileira, na Caixa Cultural São Paulo. Às 14h, será lançado o catálogo da exposição.

Mais informações pelo telefone: (11) 3321 4400. 

Casa Brasileira
Local: Caixa Cultural São Paulo
Data: Abertura no dia 16 de maio (sábado), às 11h; Visitação até 19 de julho de 2015
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo
Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 19h
Entrada franca

EXAME | Como o layout do escritório influencia sua equipe

Escrito por Henri Cardim, especialista em coaching

Escritório compartilhado

Desde a época das cavernas buscamos um lugar confortável para ficar. A sensação de estar em uma prisão ou mesmo em uma jaula é nociva e perturba a motivação. As horas extras são traumáticas e a vontade é de literalmente fugir dali.

Trabalhar em um ambiente feio, onde você fica até constrangido em atender clientes ou apresentar para fornecedores e colegas, é um fator que desmotiva. A iluminação inadequada e o excesso de ruídos fazem com que você termine o dia estressado, com dor de cabeça, cansado além da conta e, pior ainda, com a sensação de que pela falta de concentração tenha rendido menos do que poderia.

Isso é comum no ambiente corporativo, até porque no mercado temos poucos estudos conclusivos quanto ao volume de dinheiro que se perde por produtividade baixa, em decorrência das estações de trabalho inadequadas. Isso abrange desde o mobiliário à iluminação que prejudicam a produção, saúde e bem-estar.

É possível e muito provável que o empreendedor tenha um canto em sua casa ou um lugar na cidade onde se sinta seguro e feliz. Pois bem, o mundo corporativo vem percebendo isso há muito tempo e pesquisando sobre nosso comportamento para que tenhamos um rendimento maior. Os arquitetos deixam as cadeiras, mesas, iluminação e a disposição do mobiliário para que a circulação e a integração ocorram de forma natural.

Já os psicólogos e analistas comportamentais concluíram que quando as pessoas estão mais próximas, a comunicação, sinergia e troca de informações são mais rápidas e diretas.

Sempre olhamos nas redes sociais pessoas que trabalham em frente à praia, piscina ou ao ar livre e assim sentimos que aquilo é o ideal, sendo assim, colocamos elementos em nosso ambiente de trabalho que nos inspirem e nos deixem mais confortáveis para criar e desempenhar nossos papéis.

Sendo assim, a solução é recriarmos em nosso layout os elementos de organização que contribuam para que a influência seja positiva. Os ambientes colaborativos chamados de coworking são um bom exemplo.

Os profissionais podem, além de ter um custo compartilhado, estar em um ambiente onde troquem experiências, e sintam-se estimulados pelo ambiente, que em geral é despojado e organizado com foco no bem-estar e no relacionamento.

O ônus em ambientes abertos pode ser a falta de concentração devido ao excesso de estímulos visuais e ruídos, mas ganhamos em relacionamento, troca de informações, melhor gestão da chefia e humanização.

Assim, para minimizar esse problema, ter organização, divisórias e paredes apenas onde é necessário concentração ou privacidade e até se possível iluminação natural farão o humor e a lucratividade aumentarem.

Henri Cardim é palestrante focado em líderes e sucessão em empresas e consultor de negócios.

Hidroanel de São Paulo, um outro rumo para a cidade

Texto retirado do portal ‘Arquitetura e Urbanismo para todos’, criado pelo CAU/BR.

Hidroanel de São Paulo, um outro rumo para a cidade

Uma São Paulo com rios limpos e utilizados por barcaças, táxis e ônibus aquáticos? Parece ficção científica, mas será realidade, se e quando o projeto do Hidroanel Metropolitano de São Paulo for posto em prática. Trata-se de um dos mais ambiciosos projetos sob o ponto de vista arquitetônico, cultural, e sustentável, capaz de mudar radicalmente a lógica da cidade. Seu projeto o prevê os canais navegáveis urbanos como principal eixo de transporte de grandes cargas, tirando o protagonismo das rodovias intermunicipais e vias expressas.

Em termos de mobilidade urbana, os barcos também poderiam transportar passageiros e incentivar o turismo de esportes aquáticos nas represas. Além disso, a proposta prevê a transformação dos eixos em uma rede de vias que permitem à cidade melhor gestão de resíduos e eficiência na reciclagem. Um plano para 30 anos no futuro, num país em que estamos acostumados a não pensar nada para além de 4 anos eleitorais já é, em si, algo bastante raro. Mas há quem acredite que os rios de São Paulo, hoje um problema para a cidade, possam se tornar parte da solução, inclusive a curto prazo.

Uma dessas pessoas é Alexandre Delijaicov, coordenador do grupo Metrópole Fluvial, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e arquiteto da Prefeitura de São Paulo. Ele defende que se o hidroanel sair do papel, São Paulo pode se tornar de uma metrópole sobre rios, para uma metrópole para os rios. E nessa cidade fluvial há muitas oportunidades de negócios, inclusive para os trechos mais curtos de hidrovias. Ele afirma que canais navegáveis de pouca extensão podem ter um enorme potencial econômico. “Pra vocês terem uma ideia, o rio Sena, em Paris, e tudo que os turistas conhecem do rio Sena, da torre Eifeel até Notre Dame ou até o canal San Martin, tem em torno de 3 quilômetros.” Por isso, para ele, a hidrovia do canal inferior do rio Pinheiros, apesar de ser consideravelmente menor do que as outras previstas no projeto do Hidroanel, com 10 quilômetros, possui grande importância por estar localizada numa das áreas de maior concentração de renda e negócios do Brasil.

Para o coordenador do grupo Metrópole Fluvial, os rios de São Paulo não seriam poluídos se o Plano de Avenidas, de 1930, não interrompesse a navegação que já acontecia na cidade. Na época, eram 2 mil embarcações credenciadas, que faziam transporte de carga, material de construção e hortifruti. “Com a população tendo sua vida voltada para o rio, dificilmente ele ficaria poluído. Com o fim da navegação, os rios se tornaram canais de esgoto a céu aberto, emparedados por rodovias.” Essa ocupação das várzeas que tornou crônico o problema das enchentes.

No dia 17 de setembro, a iniciativa Por uma Cidade Navegável realizou um teste de um ônibus aquático no rio Tietê. Alexandre era um dos passageiros. Ele acredita que poderíamos imediatamente pôr os barcos na água com 5 hidrovias urbanas latentes, totalizando 180 quilômetros de canais e lagos navegáveis. Entretanto, três desses trechos são em águas muito poluídas, do rio Pinheiros e Tietê.

Mais cauteloso, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, concorda em colocar barcos na água em breve quando se trata das represas “No ano que vem podemos testar, ainda não temos segurança de que é rentável, viável, sustentável, mas eu penso que alguns trechos ali das represas talvez seja possível ganhar tempo, cortar caminho pelo traçado da represa. Isso tem que ser testado, no mínimo nós temos que explorar a possibilidade.” afirmou ele no fórum Arq.Futuro, em debate sobre águas urbanas.

Com o término da eclusa da Penha, obra do governo estadual, o rio Tietê ganha mais 17 quilômetros navegáveis. Essa navegação diminuiria os custos de dragagem e despoluição, já que o transporte do lodo é feito por caminhões, atualmente. Além destas cargas públicas, a hidrovia pode diminuir os custos de transporte de lodo das estações de tratamento de água e esgoto, lixo urbano, entulho e terra de escavações. Com o hidroanel completo, os benefícios podem ser estendidos às cidades da região metropolitana.

Já o transportes de carga comercial pode incluir materiais de construção, material reciclável e hortifruti. Nessa perspectiva, os armazéns do CEAGESP seriam muito beneficiados pela diminuição de custos de logística. A ideia é que isso se reflita nos preços dos alimentos e na eficiência do comércio.

Conheça o mapa dos trechos do Hidronel e seu cronograma de implantação.

Infraestrutura: o mais estreito gargalo econômico brasileiro

A principal vantagem do transporte hidroviário para cargas é o seu custo, que é mitigado pela grande capacidade. Segundo a ANA (Agência Nacional de Águas), uma barcaça de carga transporta 1500 toneladas, frente às 26 toneladas de uma carreta, 58 vezes mais capacidade. A desvantagem do tempo e flexibilidade é colocada em segundo plano quando usado para cargas de baixo valor agregado e grandes distâncias. Nessa comparação, o modal aquático muitas vezes se sai melhor mesmo se comparado ao transporte sobre trilhos.

Sendo o Brasil um país continental, rico em rios de grande capacidade e grande extensão, os modais mais indicados são o aquático e ferroviário. Entretanto, atualmente 60% do transporte de carga no Brasil é sobre rodas. Os trens representam um quarto do total. Segundo a FIESP, no estado de São Paulo a disparidade é ainda maior, 93% da carga flui pelas estradas e apenas 5% sobre trilhos. Isso não é por acaso, historicamente, desde os anos 50 o Brasil privilegiou o modal rodoviário, com consequências à infraestrutura e à maneira como pensamos a cidade. E São Paulo virou as costas para os rios já na década de 30, quando muitas das grandes avenidas da cidade foram construídas nos leitos dos rios, onde o custo seria menor, devido às desapropriações. Isso causou o problema crônico das enchentes.

Confira o documentário Entre Rios, de Caio Ferraz, sobre a urbanização e os rios da capital paulista e que já publicamos aqui no blog.Vale a pena rever!

logo_PAGAMA-social_Blog Assunto que deveria ser pauta de discussão com mais constância e efetividade. O transporte e nossos recursos hídricos são problemas sérios no Brasil e que se agravam a cada dia com a ineficácia de ações do poder público, principalmente em São Paulo, que é a cidade mais pujante do país e, portanto, sofre mais também com estas questões. É preciso levar adiante planos como este, com a cautela de ser implantado após muito estudo e com o cuidado e planejamento necessário, coisa que normalmente falta nas ações públicas. É um processo mundial atualmente rediscutir o planejamento urbano e adequá-lo às necessidades e tecnologias do presente e visando um futuro que prima por melhor logística, inovação e uso mais sustentável dos recursos naturais. No nosso caso, estamos num processo de mudança dos paradigmas urbanos planejados e parcialmente implantados na década de 30, com o plano de avenidas do Francisco Prestes Maia e deveríamos partir para um plano mais humano e sanitarista do Francisco Saturnino de Britto, que competiu à época a este do Prestes Maia, que foi escolhido. Este movimento, que acontece só agora no Brasil, já completa décadas nas cidades mundiais, sejam elas inseridas em países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

archdaily | São Paulo é escolhida para sediar a Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo de 2016

Por  do Archdaily Brasil.

A cidade de São Paulo acaba de ser eleita a sede da Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU) de 2016, evento promovido pelo Ministério de Fomento do Governo da Espanha, juntamente com o Conselho Superior de Arquitetos da Espanha.

Superando a candidatura do Porto, São Paulo será a primeira cidade brasileira a receber o evento, que terá uma programação repleta de atividades acadêmicas, exposições e apresentações de projetos.

Esta é a segunda vez que a BIAU é realizada em território lusófono – a primeira vez foi em 2008, quando Lisboa recebeu o evento – e contará com o apoio do Governo Federal Brasileiro e da Prefeitura de São Paulo. A coordenação do evento ficará a cargo do Departamento de São Paulo do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB-SP.

O Conselho Reitor da Bienal também convidou os arquitetos Ángela García de Paredes e Ignacio García Pedrosa a assumirem como comissários da edição de 2016 – a dupla lidera desde os 1990 o escritório Paredes Pedrosa Arquitectos, tendo já uma carreira reconhecida e muita experiência na área curatorial.