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Arcoweb | Mostra em SP reúne o melhor da arquitetura das casas brasileiras

A CAIXA CULTURAL SÃO PAULO RECEBE, DE 16 DE MAIO A 19 DE JULHO, A EXPOSIÇÃO “CASA BRASILEIRA”, QUE VAI APRESENTAR A TRAJETÓRIA E OS DESDOBRAMENTOS DA MORADIA NO PAÍS, POR MEIO DE PROJETOS DE RENOMADOS ARQUITETOS

O público terá acesso a mais de 60 obras, algumas inéditas, entre croquis, plantas, fotografias, projetos e ilustrações sobre o jeito brasileiro de morar – as moradias indígenas, os imensos casarões rurais, as casas térreas iluminadas, os sobrados urbanos e os edifícios de apartamentos.

A exposição traz nomes como Ramos de Azevedo, Vitor Dubugras, Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha, Oswaldo Bratke, Vilanova Artigas, Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake, Siegbert Zanetini, Marcos Acayaba e Hector Vigliecca, além de edificações rurais paulistas remanescentes do período colonial, como a Casa Bandeirista, construída com a técnica taipa de pilão.

Com curadoria de Carlos Eduardo França de Oliveira e Bruno Silveira Carvalho e fotografias de Renato Negrão, a iniciativa busca explorar as múltiplas experiências do morar e suas peculiaridades no que diz respeito ao uso dos materiais, referências estéticas e organização dos espaços, trazendo a percepção das renovações e das permanências que traduzem a evolução dos modos de vida e dos valores ao longo de séculos.

No dia 10 de junho, às 15h, os curadores ministram palestra sobre a história e evolução da casa brasileira, na Caixa Cultural São Paulo. Às 14h, será lançado o catálogo da exposição.

Mais informações pelo telefone: (11) 3321 4400. 

Casa Brasileira
Local: Caixa Cultural São Paulo
Data: Abertura no dia 16 de maio (sábado), às 11h; Visitação até 19 de julho de 2015
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo
Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 19h
Entrada franca

ArchDaily | “Prédios de São Paulo”, o projeto que documenta a história da cidade através de sua arquitetura

Por Romullo Baratto publicado em 06 de Outubro de 2014

Natural de Roma e morador de São Paulo há cinco anos, Matteo Gavazzi não se conformava com o descaso e desconhecimento geral da história dos edifícios antigos do centro da capital paulista. Inquieto com essa situação – que, para alguém que cresceu numa cidade de história tão rica como Roma, parecia não fazer sentido – o designer criou o projeto “Prédios de São Paulo”, no qual percorre as ruas da cidade documentando através de fotografias os edifícios de diferentes períodos e estilos.

Além das fotografias – que são feitas em geral por Milena Leonel ou Guilherme Marcato, fotógrafos parceiros do projeto – a iniciativa reúne dados e informações sobre a história de cada edifício documentado, criando uma espécie de inventário dessas obras que já viveram seus anos de glória e que agora, muitas vezes, passam despercebido no cotidiano das pessoas.

Essa compilação de fotografias e informações pode ser vista na página do facebook do projeto, tornando-se assim um inventário vivo, suscetível de acréscimos por parte do público, que pode contribuir com outras informações e curiosidades sobre os projetos.

Defendendo a qualidade dos edifícios antigos, Gavazzi acredita que se as pessoas conhecerem e se interessarem pela história da cidade e suas construções, defenderão sua preservação, garantindo, assim, seu próprio futuro: “um povo que destrói seu passado não tem futuro.”

O designer crê “no oposto do que é normal acreditar no Brasil, ou seja, o antigo é melhor que o novo. Claro, deve ser recondicionado, mas as estruturas e espaços são mais humanos, mesmo porque foram construídos lá atrás, para uma cidade de 2 ou 3 milhões de habitantes.”

Para saber mais sobre a iniciativa “Prédios de São Paulo”, por favor, acesse a página do projeto ou o facebook.

Oscar Niemeyer é tema de exposição gratuita no Itaú Cultural | Catraca Livre

Por Redação Catraca Livre em 30 de Maio de 2014

Crédito: Conteúdo Comunicação
O pensamento de Oscar Niemeyer da prancheta para o espaço expositivo do Itaú Cultural

Acompanhe o pensamento de Oscar Niemeyer (1907-2012) quando se debruçava em sua prancheta de trabalho, durante a exposição“Oscar Niemeyer: Clássicos e Inéditos”. A mostra fica em cartaz de 5 de junho a 27 de julho no Itaú Cultural, e apresenta pela primeira vez o conjunto da obra do arquiteto, exibindo projetos que registram sua trajetória, além de outros inéditos que nunca saíram do papel. A entrada é Catraca Livre.

Realizada em parceria com a Fundação Oscar Niemeyer, a mostra exibe mais de 300 obras, ocupando os três andares do espaço, com plantas, croquis e desenhos originais, filmes e fotos. Completam o circuito, sete maquetes, quatro delas inéditas e uma eletrônica, que apresenta o projeto para sede da Companhia Energética de São Paulo (CESP).

Agenda:

Quando: de 05 de Junho até 27 de Julho de 2014                  

Onde: Espaço Itaú Cultural | Avenida Paulista, 149 São Paulo _ (11) 2168.1736

Quanto: Entrada Gratuita

ARQ!BACANA: Entre Rios – Relação da cidade de São Paulo e suas águas.

Texto tirado do site – http://www.arqbacana.com.br

Às Vésperas de celebrarmos o dia do meio ambiente, 05 de junho, é oportuno assistir este documentário produzido pelo coletivo de produção audiovisual Santa Madeira – composto por Aline Marques, Andrei Moyssiadis, Caio Ferraz, Jair Sanches Molina Jr., Luiz Romero Lacerda e Renato Helena Jr. – que não apenas diagnostica como discute a relação da cidade de São Paulo com os seus rios. Vale a pena conferir!

CATRACA LIVRE: Mostra fotográfica “São Paulo Século 21″

Texto tirado do site – http://catracalivre.folha.uol.com.br/

A Caixa Cultural Sé realiza entre os dias 21 de maio e 17 de julho a mostra “São Paulo Século XXI” com a entrada gratuita.

Fausto Chermont retratou diversos pontos turísticos da cidade.

O projeto constitui-se basicamente do registro fotográfico de áreas de relevância para o fotógrafo Fausto Chermont: uma pessoa de classe média que vive e convive com vários dos cenários fotografados. E com o passar do tempo foi se apropriando dos espaços urbanos através da captura das imagens.

O artista vê o ambiente da cidade em transformação, retorna à lugares, busca as novas realidades dos velhos espaços, se reconhece como parte de um processo histórico inexorável: a própria existência.

Os pontos escolhidos para serem mostrados são: Vale do Anhangabaú; Praças da Sé, República, Trianon; Parques da Luz, do Ibirapuera; Edifícios Banespa, Martinelli, Itália, Copan; Teatro Municipal; Memorial da América Latina; Túneis Roosevelt e 9 de Julho; Mosteiro São Bento; Catedral da Sé; Estádio do Pacaembu; Estações da Luz e Julio Prestes; Centro Cultural SP; Museu da Imagem e do Som; Casa das Retortas; Minhocão; Av. Ipiranga e São João; Largos do Paissandu e do Patriarca. O projeto totaliza aproximadamente 70 imagens.

CULTURE-SE: Instituto Tomie Ohtake recebe exposição sobre arquitetura urbana.

Texto tirado do site – http://www.culture-se.com

Por Mariana Campos

De 19 de abril a 03 de julho, o Instituto Tomie Ohtake,espaço especialmente concebido e projetado para realizar mostras de design, arquitetura e artes plásticas, recebe a exposição O Coração da Cidade – a invenção do espaço de convivência, em mais uma iniciativa do programa Arquitetura Brasileira.

Lúcio Costa, Ministério da Educação e Saúde, 1943, foto Nelson Kon.

A curadoria ficou a cargo de Julio Katinsky, arquiteto e professor da FAU-USP que pensou na tese de Gilberto Freyre em “Casa Grande & Senzala” sobre a formação do Brasil e sua cultura contemporânea e nas contribuições modernas estrangeiras na arquitetura brasileira, principalmente da escola corbusiana, para refletir sobre o espaço de convivência como proposta da arquitetura moderna brasileira para a democratização social.

Em um conjunto de cerca de 115 projetos, a mostra reúne fotos, maquetes, desenhos, projeções , reproduções e plantas. Segundo o curador, são seis grandes eixos: Praça VerdePrédio sobre a PraçaGrandes VaziosMinicidadePraça Cívica eGrandes Coberturas, que representam o delineamento dos espaços, tanto público quanto privado, que promovem o encontro entre as pessoas.

Destaques para os projetos de convivência do MAM – RJ (1953), de Affonso Eduardo Reidy, na Marquise do Ibirapuera (SP,1954), de Oscar Niemeyer, a praça Victor Civita (SP, 2008), de Adriana Levisky e Anna Julia Dietzsch no ambiente Praça Verde

Já em Prédio sobre a praça, o edifício do Ministério da Educação e Saúde (RJ,1943), atual Palácio Gustavo Capanema, sinaliza, ao lado do MAC-Niterói (1996) e Edifício Copan (SP, 1950), ambos de Oscar Niemeyer, Edifício Louveira (SP, 1946), de Vilanova Artigas, Conjunto Nacional (SP, 1946), de David Libenskind, o MASP (SP, 1958), de Lina Bo Bardi, entre outros, as construções que souberam ser generosas com a cidade.  –  Prédio sobre a Praça. “O Ministério da Educação e Saúde é o único edifício público que devolveu a quadra para a cidade”, aponta Katinsky.

Pedro Paulo de Melo Saraiva, Edifício Quinta Avenida, São Paulo, 1959, Foto Daniel Ducci.

Entre os exemplos de Grandes Vazios destacam-se o prédio do Hospital Sarah Kubitschek (Fortaleza, 2001), de João Filgueiras Lima, a FAU-USP (SP, 1961), de Vilanova Artigas, o Instituto Tomie Ohtake (SP, 2001) e Centro Adamastor (Guarulhos, SP, 2001), ambos de Ruy Ohtake, a Pinacoteca (SP, 1993), de Paulo Mendes da Rocha, a Unilivre (Curitiba 1993), de Domingos Bongestabs. Já os projetos que acentuam o uso coletivo, funcionando como Minicidades,aparecem as Superquadras (DF, 1974), de Marcílio Mendes Ferreira, Parque Guinle (RJ, 1954), de Lucio Costa, Hospital Sarah Kubitschek (DF, 2008), de João Filgueiras Lima, Conjunto da Serra do Navio (AP,1950), de Oswaldo Bratke, SESC Pompéia (SP, 1990), de Lina Bo Bardi.

Simbolizando umpalco de manifestações populares, o ambiente Praça Cívica conta com exemplos emblemáticos como a Praça dos Três Poderes (DF, 1960) o Memorial de América Latina (SP, 1987), a Universidade de Constantine (Argélia, 1969) e Le Havre (França, 1982), de Oscar Niemeyer, além do Mube  (SP, 1986), de Paulo Mendes da Rocha, e o Pólo de Heliópolis (SP, 2011), de Ruy Ohtake. E, para completar a mostra, os projetos do Centro Cultural São Paulo (SP, 1982), de Eurico Prado Lopes, a Estação de Trem Lago Treze (SP, 1985), de João Walter Toscano, Aldeia SOS Amazônia (Manaus, 1994) de Severiano Porto, a Casa Millan (SP, 1985), de Carlos Acayaba, integram as Grandes Coberturas.

Serviço:

Exposição: Arquitetura Brasileira – O Coração da Cidade – a invenção do espaço de convivência

Onde: Instituto Tomie Ohtake

Endereço:Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) – Pinheiros SP 

Abertura: 19 de abril, às 20h até 03 de julho de 2011. Terça a domingo, das 11h às 20h.

Red Bull Street Art View – A arte das ruas do mundo todo com um clique.

Tela inicial da ferramenta Red Bull Street Art View

A Google e seus colaboradores, através da sua ferramenta Google Street View, e a empresa Red Bull, desenvolveram um sítio na internet compilando todas as artes de rua (Grafites por exemplo), utilizando os mecanismos existentes do Google Street View.

Os Gêmeos em Heerlen, na Holanda

Graças a essa interface, o usuário poderá apreciar as artes de todo o mundo contextualizadas com a paisagem urbana.

Os internautas também poderão contribuir com o mecanismo, compartilhando as artes encontradas e não identificadas na ferramenta. Confira aqui!